A história da Emilia-Romagna começou a ser escrita já quando Roma era o centro do mundo. Sua importância estratégica no Norte da Itália trouxe progresso e dinheiro à região, hoje uma das maiores rendas per capita e o menor índice de desemprego do país. Foi aí que surgiu o vinho Lambrusco, outra particularidade da Emilia-Romagna herdada da civilização etrusca.
Frisante com espumal e originalmente tinto, se tornou o vinho italiano mais consumido no mundo em suas versões rosado e branco por conta do seu baixo teor alcoólico. Na casa Abazzia que também se dedica à produção de Prosecco é utilizado o tradicional método Charmat, o mesmo que gera o champanhe.